Agraciada Seja

Por Ana Paula Carvalho

Gosto de ler. Não tenho praticado com afinco, mas os momentos que tenho de leitura, por poucos que sejam, fazem toda diferença na forma como eu expresso minhas idéias e desejos.

Há muito tempo que a TV não me chama atenção. Pra ser sincera, nem sinto falta, não me serve mais. As bibliotecas reais e digitais acabam preenchendo esse espaço – particularmente, as reais são muito mais atraentes – e aí temos um monte de possibilidades de sermos mais sociáveis, intelectualizados e humanos, nos distanciando cada vez mais da submissão e do gesso, função essa que a TV de programação escancarada e medíocre exerce com maestria.

Mas a leitura, enquanto hábito, é uma opção muito particular. A gente não ensina ou ajuda ninguém a fazer isso. Quando muito, damos o exemplo. Não se obriga ninguém a ler, isso causa um sentimento horrível e esse verbo, tão maravilhoso, torna-se maldito. Ainda bem que a Ana Maria Machado, escritora com mais de cem livros publicados, disse que “ninguém tem que ser obrigado a ler nada. Ler é um direito de cada cidadão, não um dever”.

Parte de si descobrir as mudanças nas referências e nas preferências de vida que a leitura dá e que, a partir daí, o olho brilha, a sede de conhecimento torna-se insaciável, a inspiração passa a vir, principalmente, pelo livro. Esse volume transportável muda a vida das pessoas, e deve ser um instrumento de prazer. Sonho com o dia em que as escolas consigam, de fato, voltarem o seu caminhar para a leitura com esse fim, e não somente pelo estudo formal da língua, ou análise do dígrafo e do encontro consonantal, até porque não dá pra sentir a delícia da literatura com isso. Daí a missão é fazer sentir a paixão, a sedução, ‘e por que não?’ a erotização da leitura, como costuma falar o Rubem Alves.

Forcei? Eu não. O bom é se entregar ao que só nos faz bem.

Dica:

http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

Não estou ouvindo música.  🙂

Anúncios

“Então morram” – Amazonino Plenário

Notícias On line do Amazonas (2)

Site criado em 2001 pertencente ao aglomerado do Grupo Rede Amazônica, da família dos pomposos Daou. Primeiro grande portal de notícias do Amazonas e região Norte, (fato bem explícito na separação de suas notícias por Estados). Apesar de bem pensado, do pioneirismo e de contar com boa estrutura, o mesmo não supre totalmente a carência das notícias “padrão 2.0”, pedindo ainda algumas características como: notícias em tempo quase real, grande proximidade com leitores, boa distribuição de notícias, notícias não só do grupo (característica forte nos meios de comunicação da Rede Amazônica).

Outro aspecto a se ressaltar é que o mesmo conta com a benesse de ser parte integrante dos Globos, o que poderia ajudar bastante na captura de filmes e reportagens do canal de televisão e que acontece muito pouco “ainda”.

Porém pode-se dar os méritos pela iniciativa (ousada,por sinal) de criar um portal de notícias e informações sobre a Amazônia brasileira, continuando o papel inicial da Tv que era de integrar a Amazônia.

ACrítica entra novamente por aqui pois foi lançado, a alguns meses, o portal do grupo ACrítica, o qual conta com um layout bem estruturado,  possui as conexões básicas de  interatividade nas redes sociais e com os leitores. Conta com seções bem interessantes e igualmente distribuídas.

Um destaque que podemos ver é a seção Amazônia, seção esta que me lembra muito dos especiais, no qual o jornal é expert, publicados geralmente aos domingos no formato impresso, ótima pedida e um bom diferencial dos outros sites/portais de notícias do Amazonas.

Já conta com uma recente parceria com o portal UOL, nos quais já demonstram um bom entrosamento, notícias do Estado já despontam algumas vezes no site principal do portal.

Esperamos que possam ser mais constantes as notícias de última hora. O que já é parcialmente atendido pelo perfil do jornal no twitter. (O mesmo vale para as outras home pages de Jornais/Portais do Amazonas dos quais quase todas já possuem um perfil no twitter.)

O site conta, ainda, com uma seção de vídeos extraídos do seu jornal no canal Acrítica (transmissor da Record local), extraindo vídeos quase diariamente da TV para o site. Uma ótima pedida se atualizada com maior freqüência.

Ouvindo: Eddie- Desequilíbrio

Necessidades e razões

Durante uma das aulas de Gestão em Vendas um dos assuntos que tomou grande parte dos esquentados debates foi a questão do relacionamento com cliente Versus o processo de venda. Em linhas gerais quer dizer o compromisso do vendedor com a necessidade do cliente versus uma venda qualquer entre muitas.

E em um determinado momento falei de empresas de Fast Food em que o vendedor (atendente) geralmente faz aquele sorriso forçado e o que o querido atendente deveria passar ao cliente é que (no mínimo) se preocupa com a qualidade da comida que está ofertando, mas o que realmente vemos é uma realidade bem diferente, os empurrões de inúmeras promoções já pré-formatadas pela equipe de marketing, dos tipos: por pontos, cartão fidelidade, promoções casadas e exclusivas, entre outros. Nesse momento um colega da sala falou que isso vai contra a própria filosofia da empresa de Fast Food, ou seja, nada de relacionamento, pega a comida e vaza. E achei que fui meio incompreendido.

Em minha percepção, por menor que seja a venda, o bom atendimento e a real preocupação com as necessidades dos clientes é sentida na compra de qualquer produto/serviço, seja ela de um ovo de codorna ou um carro zero.

Nesta questão entram vários aspectos que influenciam estes acontecimentos, um deles é a famosa meta de venda, no qual passa números incompreensíveis para se cumprir de cotas e vendas. O que na verdade poderia ser uma ferramenta clara, transparente, bem explicada e entendida pela equipe, desde sua formação, execução e resultados esperados; agindo até na motivação e ânimo da equipe. Se não utilizada com esse viés é ordem dada e a ordem sem comprometimento.

O que é realmente ser bem atendido numa venda, e o que acredito que falta em muitos momentos nas abordagens à clientes, é a percepção pelos vendedores/atendentes do que o consumidor realmente precisa. A partir destes o processo de vendas acaba ocorrendo de maneira natural, visando oferecer produtos e serviços que realmente possam atingir os objetivos dos clientes e os objetivos da organização.

Ouvindo:  Malbec- Noturnos

Sacrificando o Analfabeto?

Acho incrível toda essa publicidade que está tendo em cima do nosso querido Deputado Federal Francisco Everardo Oliveira Silva (Tiririca). Nosso amado Presidente é semi-analfabeto e está aí e com toda modéstia foi um dos melhores que houve. Considerado  “o cara” pelo Obama e por diversos Órgãos internacionais.

Lógico que muita gente votou nele (Tiririca) pra demonstrar que o Congresso é um picadeiro mesmo. E na minha opinião nada mais justo. Um “político” desses se elege primeiro por que deixamos que isso aconteça. Penso que realmente é ruim para o País, mas entre Tiririca e um  Sabino (AM) ou entre ele e o Sarney(MA) ou o próprio Itamar(MG) que já foi Presidente, Governador e agora infelizmente Senador?! Como assim, já não é o suficiente Itamar, Collor, Maluf?! Penso que talvez entre estas cobras criadas eu preferiria um Tiririca de vez em quando pra não dar espaços para esses políticos.

Talvez alguns realmente parem pra pensar em quem realmente quer se parecer. Uma vez ouvi alguém falando que o povo precisa de alguém pra se assemelhar. Fica a pergunta: O povo brasileiro se parece mais com quem? Tiririca ou com um Itamar?

Citando o ilustre senador Cristovão Buarque no twitter: @Sen_Cristovam: Querem cassar um “analfabeto”.Quando vamos cassar todos os culpados pelo Brasil ter 14 mi de analfabetos?

Que fiquem as reflexões.

Abraços

Ouvindo: Rage Against the Machine-Bulls on Parade (SWU live 2010)

Globalização?! Mas nem tanto.

glo.ba.li.zar
(global+izar) vtd 1 Dispor ao redor de um ponto, considerado como centro de uma esfera. 2 Diz-se de associações múltiplas em torno de uma idéia ou assunto: Globalizar o ensino.

Fonte: Michaelis

(Fato) As redes: viária, rodoviária e marítimas do Norte é muito pouco eficaz. Ou seja, não há ainda uma boa ligação entre a região e o resto do país, sejam de movimentação: de pessoas e produtos, sejam de informações: velocidade da internet de baixa qualidade, jornais, etc.

Várias informações ainda não chegam com clareza do Norte ao Sudeste. Lógico que todo Estado e cidade tem sua independência e focos na notícia.

Correios é uma das alternativas encontrada, equipado mas nem tanto, se tivessem umas empresas concorrentes talvez barateasse mais os custos de envio/recebimento.

Grande parte do Brasil, (grande mesmo), não conhece 10% do que é a Região Norte, na verdade acredito que nem os próprios nortistas se conheçam direito. O que ocorre que perdemos muito com essa falta de interação. Sejam nas barreiras alfandegárias, no preconceito,  nas faltas de bom senso da mídia, descrédito do próprio povo, etc.

Passando pelas várias demandas das região. Quem viaja, ou mora fora, deve perceber bem, ainda mais quem gosta (e muito) das especiarias Amazônicas.

E por tudo isso e mais um pouco que entendo perfeitamente por que a Farinha do Uarini e o Cupuaçú não chegam em Belo Horizonte-MG.

Invista 1 minuto por dia (01 min/dia)

Nós, bloggers e podcasters, na maioria das vezes, não ganhamos nada por isso. Fazemos por que gostamos. E sem dúvida, o maior combustível do nosso incentivo são os comentários e feedback dos leitores e ouvintes. É muito prazeroso ler comentários de vocês, seja elogiando, dando opiniões ou fazendo críticas construtivas. Porém, um percentual muito baixo dos leitores/ouvintes comentam.

Clique AQUI e confira a campanha.

E não esquece de comentar, principalmente nos outros posts.

Abraços.

Ouvindo: Incubus- Dig

Categorias:Blog, Geral Tags:, ,