Abra o vinho e vamos zunir
Este é um post encomenda de um amigo meu Ives, um figura: meio ator, meio estudande, meio extreme bon vivant ou seja um entusiasta extremo do pensamento que a vida tem de ser vivida tanto aos mínimos quanto aos máximos, no auge de sua comum inquietude meio poética, meio apocalíptica, vem este texto…
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Qual é a sua?
As coisas estão acontecendo muito rápidas. Catástrofes, desastres, doenças, e mortes. Entramos e saímos de depressão muito vorazes. Queremos nos sentir meio “down”. Mas o capitalismo não permite sermos assim tão cabisbaixos;Ele quer que sejamos assim meio dinâmicos e sarados. Com pique pra tudo. verdadeiros caçadores de projetos.
Volte Romantismo, volte sedentarismo.
Nunca há espaço pra solidão, andamos em grupos, mas nos sentimos parte dele?
Onde estamos indo? Por que estamos indo? Estamos sendo levados à deriva por algum banzeiro. Até quando? Quando haverá a revolução. Calma, não me refiro a revolução armada, mas interna.
Quando nos enfrentaremos por nossos objetivos reais.
Passam os dias, noites. E o que estamos fazendo? Por que não podemos ser o que queremos ser? Hoje você é um Frankstein, não percebe??
E por que não?? Por que não lutar? Levanta a bunda dessa cadeira e vai em frente.
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Ouvindo: Natiruts-Eu e ela

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