09.17.08
Pedra pintada e mangá

Itacoatiara 2008
Por hoje é só.
Abraços
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Ouve: Cabocrioulo – Sapatinga
09.04.08
De médico e de louco…todo mundo precisa.
Bem resolvi postar aqui depois de filosofar a respeito do que a gente realmente é, ou acredita ser. Sempre acreditei e continuo acreditando que o que faz as crenças e o ideais de uma pessoa é o balanço, o equilíbrio de tudo o que elas recebem na vida, sejam coisas ruins ou boas, (isso deve ter um nome em psicologia). Já ouviram falar que há apenas uma linha tênue entre a loucura e a sanidade? Fascínio por coisas caras, jogatina, a incrível busca pelo sucesso a qualquer preço, a democracia absoluta, a Amazônia salva, o bem de todos…serão loucuras?

E por que não louco?
Bem a parte louca não precisa falar é fazer o que vier na telha, chingar alguém, elogiar, se declarar para a pessoa amada, largar o emprego, enfim. Quem nunca fez algumas coisas doidas escondido da mãe, da namorada(o), dos irmãos? Que jogue a primeira pedra quem nunca tomou alguma decisão que não tomaria à dois segundos atrás ..talvez tenhamos mais de louco em nossas personalidades do que o de médico que temos que ser diariamente.
Do médico geralmente são cobradas posturas, poses, tratamentos em todos os níveis sociais e por todo lado, esperam a imagem de pessoas seguras, sérias e sem muitas variações de personalidades e decisões. Mas lembrando de alguns que conheço e pessoalmente, encontro sempre contradições. Vocês já viram como a maioria fuma? Ou que não possuem uma regularidade na vida, familiar, meio doidos mesmo e etc, e sempre reclamam do salário pode? Existe maior contradição que essa? Fora ainda quando acadêmicos, já viram festas mais comentadas que as de medicina?

E Por que não médico?
Mais uma vez lembro da famosa balança, talvez pela cobrança uma das alternativas deles para dar um tempo deste mundo. Vai saber né?! não sou médico, mas ainda vou perguntar de um. Ou seja, procure ser o médico quando tem que ser, e seja o louco nas horas que você achar melhor.
Enjoy!
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Ouvindo: Seu Jorge e Ana Carolina: Tanta Saudade (Chico Buarque/ Djavan)
