01.17.10

Vídeos: Melhores da semana

Enviado em Amazonas, Bandas, Comportamento, Eleições 2008, Internet tagged , , , , , às 19:38 por rafael d.

Pra quem estava em outro mundo ou não teve muito tempo de acompanhar, seguem os vídeos destaques da semana (na minha opinião):

Marchinha Banda da Bica 2010

A ira do Negão, twitter e a taxa do lixo em Manaus

SBT- Declaração do Consul do Haiti no Brasil

Abraços

Ouvindo: Novos Baianos- A menina Dança

01.08.10

É meu, seu, nosso! Valorize!

Enviado em Bandas, Cultura, Internet, Música tagged , , , , , às 20:21 por rafael d.

Acabei de baixar (sim, proletário é assim só baixando na net) o vinil dos Novos Baianos, e achei incrível especialmente o disco Acabou Chorare. Particularmente fico muito feliz quando encontro bons sons, imagens, pinturas, textos, atitudes, filmes e afins brazucas com uma qualidade grandiosa até o último fio de cabelo e invejável pra qualquer gringo.

Mas um negócio que não gosto e ver as pessoas reclamando da qualidade, dos efeitos, dos sons enfim das coisas nacionais  ficam apenas criticando. Realmente o capital que rola aqui não é igual ao que gorjeia por lá na Europa ou EUA. Temos nossos costumes, cacuetes e principalmente essa estigma horrível de se sentir inferior. Realmente não vejo as produções locais como inferior, são cenários e perspectivas diferentes (sim diferentes por que é nosso, não é um documentário gringo, nem arte feita por eles). Não se pode ficar comparando, deve-se procurar entender o significado e o que aquilo representa pra você.

Inúmeras produções culturais nacionais não conhecidas pela massa seja por desinteresse ou falta de estímulos necessários. Pior é quando vai para outro país e ganha grande visualização vindo, às vezes, de volta ao Brasil e faz sucessos apenas por que fez sucesso no exterior (vide boi-bumbá de Parintins). Deprimente.

Abra seu olho, olhe ao redor, procure ver o que realmente é bom, se tem qualidade e personalidade independente se veio do meio do sertão ou do meio de NY.

Uma dica de download de cd´s e vídeos nacionais raros: http://sombarato.org

Um Feliz 2010.

Ouvindo: Novos Baianos- Tinindo Trincando

01.07.10

Direito de Resposta – @Bia_Abinader

Enviado em Amazonas, Comportamento, Internet, Política, Profissão tagged , , , às 18:09 por rafael d.

Meu nome é Bianca Abinader Gavinho, tenho 28 anos, sou casada com Luiz Gustavo Gavinho há 4 anos. Temos uma filha de 3, a Beatriz, e estou no oitavo mês de gestação da minha segunda filha, Laura.

Sou médica, formada há 4 anos pela Universidade Federal do Amazonas, clínica geral, funcionária concursada da SEMSA em exercício desde Junho/2006. Desde Março de 2007 trabalho no Programa Saúde da Família, no qual cumpro regime de horário integral durante o dia. Não tenho outro emprego público ou privado, mas sou sócia em uma cooperativa médica, na qual faço alguns plantões noturnos em SPA’s.

Atendo entre 70 a 80 pacientes por semana no meu trabalho no PSF, todas essas produções são enviadas semanalmente ao Distrito. As consultas são voltadas para a Medicina Preventiva (Pré-Natal de baixo risco, Planejamento Familiar, acompanhamento de rotina de Hipertensos/Diabéticos, consultas preventivas pediátricas, etc). As consultas de primeira vez são agendadas pelas agentes de saúde, que visitam as casas dos comunitários, as consultas de retorno geralmente são agendadas por mim. Faço atendimentos domiciliares nos pacientes acamados da área.

Neste 3 anos e meio como concursada, não tenho nenhuma falta registrada em meu nome, nenhum registro de denúncia ou qualquer outra queixa que me desabone, conforme documento emitido pela própria SEMSA (clique aqui para o documento).

No dia 04/01/2010, as 11:30, após atender as pacientes de pré-natal agendadas para aquela manhã, segui para o Distrito Norte para apresentar minha produção da semana anterior, assinar a minha frequência e depois fui ao escritório da Diretora, Dra. Sônia, para tratarmos sobre a possibilidade de minha transferência posterior para uma Unidade mais próxima ao local que irei morar após o nascimento de minha filha. Tudo isso está documentado e assinado pela Secretária que recebeu minha produção e pela Diretora (clique aqui para os documentos).

Cerca de 3 minutos depois de minha saída do posto, de um Fiat branco, com a marca da reportagem da rádio CBN, estacionado a dois quarteirões da unidade de saúde, desembarcaram dois homens: um repórter aparentando de 20 a 30 anos de idade, e o motorista, aparentando entre 40 e 50 anos. Ambos caminharam até o posto de saúde, entraram na recepção e abordaram os funcionários.

Com um microfone e gravador sem identificação da rádio, o repórter abordou o técnico Teófilo Bentes, perguntando se alí trabalhava a Dra. Bianca Abinader. Teófilo disse que sim.

Eles questionaram onde estava, já que ainda eram 11:30 da manhã e ela já havia saído. Ele explicou que tinha ido ao Distrito para entregar minha produção e pediu pra eles pararem de gravar, pois não podiam realizar gravações sem autorização/identificação prévia. Não foi atendido.

Perguntaram se esta minha ausência era permitida, já que meu horário de saída deveria ser ao meio-dia. Teófilo explicou que ir ao Distrito fazia parte do meu trabalho e deveria ser realizado no horário do expediente.

Perguntaram o que aconteceria se chegasse uma urgência e o médico não estivesse no local, explicaram que posto de saúde da família não atende urgências, nem temos estrutura pra isso, e que estes devem ser encaminhados aos SPA’s mais próximos. Os atendimentos são agendados.

Seguiram perguntando sobre minha frequência, se cumpria os meus horários, qual era a minha relação com a comunidade, entre outras perguntas. Teófilo respondeu que eu vinha todos os dias, atendia meus pacientes agendados e cumpria a minha carga horária. Respondeu ainda que se eles quisessem saber sobre minha relação com a comunidade, deveria perguntar pra eles. Teófilo pediu novamente pra eles se identificarem e eles seguiram apenas perguntando, nunca respondendo. Saíram da únidade e abordaram dois comunitários e depois seguiram em direção ao carro novamente.

Assim que saí do Distrito recebi uma ligação do Teófilo me avisando do acontecido. Ele já havia tentando me ligar antes, logo que isso ocorreu, mas havia deixado meu celular no carro e não atendi as ligações.

Como funcionária pública sei que estou passiva, a qualquer momento, a fiscalizações ou apurações de denúnicas. Particularmente, conforme documento já mostrado, nunca tinha acontecido isto em 3 anos que trabalho naquela Unidade. Mas sendo funcionária pública, tenho o dever de prestar um bom serviço a população. Só achei estranho a abordagem e a falta de identificação.

No dia seguinte, Terça 05/01/2010, a rádio CBN, as 08:04 minutos, iniciou uma matéria falando da falta de médicos nas unidades de saúde. Depois de dar exemplos de má conduta por parte de alguns médicos, com exemplos trágicos de falta de ética, começou a falar sobre uma reportagem realizada na UBSN-17, no Campo Dourado, onde trabalho.

A matéria dura cerca de 18 minutos, em torno de 10 minutos a partir da primeira citação do meu nome.

Inúmeras inverdades foram citadas a meu respeito. Para resumir, vou lhes detalhar apenas as mais graves, em ordem cronológica de acontecimento:

1) Inicia a reportagem dizendo que minha Unidade de Saúde recebe denúncias diárias da rádio. Nenhuma denúncia foi encaminhada a Secretaria, afinal, até dia 05/01, eu não tinha nenhuma denúncia em meu nome, conforme link anterior assinado pela SEMSA.

1) Relata que existem pacientes aguardando atendimento médico desde Setembro, segundo relato posterior de uma moradora, que reclama que a agente de saúde não aparece para lhe dar satisfação desde lá. A consulta de primeira vez é agendada pela agente de saúde, se isso não aconteceu, nem sequer tive conhecimento da necessidade do atendimento, portanto em momento nenhum me recusei a atendê-la.

2) Diz-se que o paciente não foi atendido porque o médico não aparece para trabalhar. Tanto no dia da reportagem quanto nos dias anteriores tenho registro de minha assiduidade e de meus atendimentos prestados. Não tenho faltas e todas as minha produções semanais estao registradas no DISA NORTE.

3) Diz-se que o Secretário Municipal de Saúde, Francisco Deodato, informou que no dia 04/01 iria instalar uma sindicância para apurar o meu caso pois estava sendo acusada de não cumprir o horário de trabalho. O meu nome não é citado como denunciada, ele relata apenas qual é o procedimento padrão para qualquer funcionário público que recebe uma denúncia. A matéria deu a entender que já havia uma denúncia, não realizada até o dia 05/01, quando procurei a SEMSA.

4) Segundo depoimento de uma moradora, seria difícil encontrar a médica na unidade de Saúde. O relato vem de uma comunitaria que mora no local de aluguel. Minha área tem cerca de 6000 pacientes registrados quando deveria cobrir, no máximo, em torno de 3000. Somos orientados a registrar e atender aos pacientes que possuem casa própria na área e encaminhar os pacientes de aluguel a nossa Unidade de Referência, no caso a UBS Áugeas Gadelha. Seria o caso da paciente do depoimento, que nunca havia sido atendida por mim.

5) O repórter diz que recebeu uma ligação de uma pessoa amiga, que entre outras coisas, sugere que ele pondere sobre a veiculação desta matéria por causa do meu estado de gravidez avançada. Ele responde dizendo que gravidez não é doença, com algumas exceções. Mas que como eu era médica e sabia de minhas limitações, se estivesse incapacitada de trabalhar deveria ter entrado com uma licença médica, no estanto, continuava trabalhando. Nisso o repórter se contradiz, pois há poucos minutos atrás, estava repetindo diversas vezes que eu não trabalhava.

6) O reporter relata que, em nome do zelo profissional, entrou em contato com a assessoria da SEMSA para confirmar a informação, repassada por esta amiga, de que eu estaria no momento da reportagem entregando meus relatórios de produção e frequência e a assessoria nega, dizendo que estava sim no DISA, mas para tratar de minha transferencia, bem depois do horário da reportagem e que nenhum relatório de produção. Várias inverdades nessa parte:
- a própria Sônia me disse que foi procurada, que informou que estava comigo no horário da reportagem (entre 11:30 e 12:00), inclusive assinou um documento que prova isso. Não foi depois da reportagem, foi no momento desta.
- a própria secretária do DISA recebeu meu relatório semanal e assinei a frequência na sua frente. Tudo isso também registrado e assinado.

Frente todas essas acusações que não condizem com a verdade, venho ressaltar publicamente que em momento algum fui procurada pela equipe da CBN para prestar esclarecimentos. Até onde sei, é obrigação do veículo de imprensa, frente a denúncias desta importância, procurar o “acusado” para esclarecimentos antes de se veicular a matéria. Não fui procurada por eles.

Após esta reportagem me citando, com tantas especulações, iniciou-se uma série de outras reportagens em outras Unidades de Saúde da Família. Todas levando cerca de dois minutos apenas, mesmo algumas sendo bem graves. Na segunda unidade, eles chegaram identificados, porém não chegaram identificando o nome da médica, que nem conheciam. Ressaltaram que a médica estava afastada por licença médica.

No outro dia, quando eu estava afastada por licença médica, a CBN voltou ao meu posto de saúde. Disse na nova reportagem que eu não estava presente, mas não citou que agora quem estava afastada por licença médica era eu, apesar de terem sido informados pelo técnico.

Todas as outras reportagens de investigação em UBSNs posteriores a minha foram mostradas ao vivo. A minha foi a única gravada e editada.

Ainda ontem (06/01/2009) o repórter criticou a médica Bianca Abinader por ser frequente usuária da rede social Twitter.

Ser médica não me impede de utilizar nenhuma rede social, de expressar as minhas idéias, muito menos me determina limitação de frequência. Já acessei a internet durante o final do meu expediente alguns dias, após atendimentos, mas isso nunca impediu que cumprisse o meu papel profissional, sequer pode ser classificado como má conduta. Fora do meu horário de expediente, utilizo com bastante frequência as redes sociais, mas isso só diz respeito a mim. Não entendo porque insistir tanto nesse assunto tão particular.

A frequência de uso de redes sociais por mim ou qualquer outro profissional, desde que não interfira na assiduidade e qualidade do seu trabalho, não deveria ser questionada. Seu profissionalismo, sim.

Logo depois do ocorrido, venho recebendo diversos votos de solidariedade e apoio, tanto por parte dos meus familiares, quanto por parte de amigos, colegas e conhecidos. Isto tem me dado forças pra superar tanta calúnia. A própria rede social tão duramente criticada pelo repórter, foi uma das que mais se manifestou e se solidarizou diante desta constante difamação do meu nome dos últimos dias.

Não é fácil para uma pessoa no oitavo mês de gravidez, esposa, mãe e trabalhadora ter seu nome sendo repetido diversas vezes ao dia envolto por tantas inverdades, sem sequer ter direito a uma resposta a estas acusações. Tanto que, desde a Terça-Feira, 05/01, dia em que a reportagem foi ao ar, estou afastada com atestado médico por consequencias emocionais graves diante da minha gravidez. Poderia estar trabalhando normalmente, cuprindo minha carga horária como sempre faço, mas estou afastada e enfrentando todas as desatrosas consequências emocionais destas denúncias infudamentadas.

Quem não deve não teme. Concordo com o ditado e não temo, tanto que enfrentei a situação e já contactei todos os orgãos (SEMSA, CRM, Sindicato dos Médicos, etc) pra me disponibilzar pra qualquer informação/investigação necessária, exatamente porque sei da idoneidade dos meu atos.

Mas isso não me impede de, enquanto ser humano, em especial na condição de mulher grávida, me chocar frente a tanta insistência por parte da Rádio CBN Manaus em citar/difamar e denegrir o meu nome.

Espero, e isso é o que mais preocupa a minha família no momento, que esta perseguição a qual estou sendo submetida, não traga nenhuma consequência grave para minha saúde e para saúde da minha filha ainda em meu ventre. Gravidez realmente não é doença, mas qualquer abalo emocional mais grave pode nos prejudicar nessa situação.

Podem existir muitos médicos praticando atos de má conduta, péssimo atendimento, falta de ética profissional, porém não existe nenhuma evidência de qualquer ato desta natureza praticados por mim. Até quando meu nome vai continuar sendo utilizado como exemplo de profissional deste nível de maneira tão vil?

Ao contrário de tudo que foi dito, esta é a médica e amiga Bianca Abinader conhecida pela comunidade do Campo Dourado desde 2007: Festa de Natal do Campo Dourado.

Médicos ausentes e não comprometidos com a comunidade pra qual assistem provavelmente seriam incapazes de ações sociais como esta, sem nenhum interesse a não ser o bem estar da população. Mas isso é só um pouco do meu trabalho por lá.

Agradeço a atenção de todos. Minha alma gritava por este desabafo.

12.04.09

Por que o Marketing é importante?

Enviado em Administração, Comercial, Imagem, Promoção, Propaganda tagged , , , às 12:06 por rafael d.

Vendo uma quantidade de peças publicitárias e ações de marketing mal estruturados, resolvi registrar alguns para posterioridade. Pra quem ainda pensa que um bom marketing, divulgação, peça publicitária não é importante. Mas para esclarecer resolvi não falar de teoria, mas sim ver o que acontece no dia-a-dia, seguindo de uma profunda análise científica, seguem:

Figura 01: Mônica Jackson

Utilização de personagem infantil e acontece o quê? Uma Mônica (lógico que sem direitos autorais) estilo ‘bad/beat it’ associada a uma distribuidora de gás? Se alguém entendeu o que significa essa associação por favor deixe um comentário ou mande um e-mail.

Lição: Não ponham personagens infantis pra carregar peso.


Figura 02: Pinóquio pornô

Esse folder não lembro se recebi na rua ou se chegou em casa (falha na distribuição). Enfim, o que leva um pessoa a pensar que utilizando personagens infantis em folder de motel ela irá ter sucesso? Ou tem a intenção lógica de associar criança com sexo, pedofilia, ou simplesmente foi uma piada sem graça mesmo. Pinóquio safadinho. Por favor, nunca façam isso com suas empresas.

Lição: Deixem suas filhas e irmãs longe do Pinóquio.

Figura 03: É o tchan da propaganda

Essa tem história: Academia em área super nobre de BH, em frente a um dos  maiores pontos turísticos da cidade. O valor do m² deve ser maior que o valor do meu quarto com tudo o que tem dentro. Mas o que acontece? A empresa resolve colocar um banner em frente da academia de uma mulher malhando e uma mensagem atrás (da bunda) dela do tipo: “Aqui você fica mais forte” (desculpem pela qualidade da foto tirada do celular). Quando vi só lembrei as letras do É o tchan. Duplo sentido total. E a injustiça de não contratar um bom profissional pra fazer um trabalho decente.

Lição: Os ricos também erram feio.


Figura 04: Bráulio e Bráulia- Garotos propaganda

Mais um caso de associação de imagem. Realmente a empresa ter uma ilustração, uma figura, objeto ou algo que tenha a ver com o seu produto ou serviço chama atenção e visível o negócio a que ela se propõe. Porém não precisa ser tão explícito e direto ao ponto. Vejam essa anúncio em pleno centro de BH de um sex shop, podiam ter vários símbolos ou objetos pra chamar atenção, mas o que eles colocam? Os órgãos sexuais em formato ‘mini-me’. Vejam do lado esquerdo superior da foto. Ninguém merece.

Lição: Deixe seus órgãos sexuais dentro da calça, não em uma peça publicitária.


Fiquem ligados.


Ouvindo: Móveis Coloniais de Acajú- Cheia de manha

11.23.09

Um bom relacionamento com clientes

Enviado em Administração, Comercial, Comportamento, Economia, Profissão tagged , , , , às 17:36 por rafael d.

Que um bom atendimento, a presteza, a atenção com clientes é fundamental para sobrevivência de qualquer organização, isso todo mundo sabe.

Mas o que nem toda empresa faz é agir de forma condizende com tais preceitos.

Vou tentar ser bem prático e sucinto, o relacionamento com cliente se assemelha muito com qualquer relacionamento que você pode ter. Namoro, amizade, coleguismo, paternidade, qualquer um. Em todos, você tem que estar presente, oferecer determinado tipo de apoio, oferecer algo útil para o(a) outro(a). É o famoso ganha-ganha como as trilhões de trocas capitalistas.

Inúmeros casos e situações que envolvem os clientes e os produtos/serviços preenchem o dia a dia de várias organizações. Tem cliente que quer conversar com gerente, com o dono, ou mesmo com a atendente. Como tem cliente que só quer seu produto funcionando. Ou aquele que não sabe que o problema é dele e não da empresa.

Entendê-lo, então, se torna peça fundamental deste “quebra-cabeça”.

As formas são inúmeras.

A tendência que passamos é de uma sociedade (principalmente no Brasil) operacional para uma sociedade intelectual, mesmo que aos trancos e barrancos em alguns casos. Cabe aproveitarda melhor forma possível as ferramentas  como o CRM, Pós-vendas, participação dos clientes na concepção de negócios, desenvolvimento com parcerias, etc.

A partir desta premissa, inúmeros processos são necessários, pedindo acima de tudo comunicação e sistemas alinhados na empresa. Acredito que fazendo a lição de casa, ou tentando fazer, da melhor maneira, não tem cliente que não se conquiste.

Entenda o que eu quero e ganhe minha confiança.

Ouvindo:  Casuarina- Já fui uma brasa

11.13.09

E por que não: Relembrar?

Enviado em Amazonas, Dias, Eleições 2008, Futuro, Política tagged , às 17:28 por rafael d.

V.V.

BNegão

Composição: (Letra: Bnegão/ Música: Muzak)

Bumerangue é o efeito
O que for daquela forma, retorna com a mesma intensidade, de modo perfeito
Daquele mesmo jeito
Ação e reação
Tipo João bobo, tipo saco de boxe
O famoso e laureado V. V. (vai e volta)
Tipo engravatado larápio que rouba muito mas não vive sem escolta
Não é punição, não é castigo, meu amigo
Não é maldição nem profecia, minha tia
É só a lei
Desde os tempos em que os tempos não eram contados, já disse rei dos reis
Preste atenção, analise, não é difícil (tudo é vai e volta)
Ação, palavra, pensamento, atitude (tudo é vai e volta)
Metafisicamente, sub-atômicamente falando (tudo é vai e volta) tem responsa pra fazer, tem que ter responsa pra aturar (tudo é vai e volta)
“Faça como os outros apenas aquilo que gostaria que fizessem contigo”
Esse sábio é mais do que batido, antigo, dito popular
Base de quase todas as religiões
Bastante difundido, porém pouco praticado e seguido
Guarda em si um grande segredo, uma constatação: Agressão ao próprio irmão é como dar um tiro no próprio pé, (ou no próprio umbigo), eu digo
Pois, por incrença que parível, não há separação, não há inimigo
E sim, a ignorância aguda, falta de aprendizado e só
Pois somos literalmente parte do mesmo organismo
Como já disse Cristo, a filosofia oriental, o tao, e a física quântica
Esse sim o caminho, o caminho pelo qual o racional cartesiano e o espiritual finalmente se encontram
Preste atenção, analise não é difícil, (tudo é vai e volta),
Ação, palavra, pensamento, atitude, (tudo é vai e volta),
Metafisicamente, sub-atômicamente, (tudo é vai e volta), tem responsa pra fazer, tem que ter responsa pra aturar, (tudo é vai e volta),

Lucro abissal, frescura é ligar pra detonação ambiental (tudo é vai e volta)
Seu pulmão no limite, inverno moderno beira os 40 graus (tudo é vai e volta)
Não divida o bolo, e veja crescer à sua volta o caos (tudo é vai e volta)
Negatividade, positividade: o seletor é você (tudo é vai e volta).

11.03.09

Percepções Aeronáuticas

Enviado em Amazonas, Economia, Futuro, Geral tagged , , , às 0:40 por rafael d.

Vou avisando logo, antes de começar pra valer: Nunca fiz um curso de vôo, pouso, não sou viciado em simuladores de aviação, viajo apenas à turismo mesmo, e esta é apenas uma pequena percepção que tenho sobre o assunto. A minha intenção aqui é apenas relacionar a precariedade dos vôos realizados no Amazonas, e em geral na região Norte, com as demais condições sócio-econômicas.

Como percebemos claramente com este último acontecimento, noticiado com uma ênfase do tamanho do mundo nos jornais nacionais, do avião (se é que pode-se considerar avião mesmo) da FAB que saindo do Acre foi cair perto de Tabatinga-AM; Não é nenhuma novidade falar o quanto é precária a estrutura de se viajar para o interior do Amazonas (ou interior da Região Norte). Sim, eu sei, que não há dinheiro pra ficar gastando com qualquer coisa, mas uma política estruturada de logística e desenvolvimento econômico pede uma estrutura boa, viável e acima de tudo segura.

Conheço duas pessoas que trabalham com aviação, uma amiga na Infraero na parte de controle do clima, das nuvens (deve ter um nome específico) e vira e mexe me conta os bastidores, outro amigo que trabalhava no Cindacta de Manaus, e também contava como aconteciam as coisas…realmente é de se preocupar, apesar de toda estrutura tecnológica por trás, e das (graças a deus) estatísticas mostrando o baixo índice de acidentes. Mas de uma coisa tenho quase certeza, que temos ótimos pilotos!

Este acidente com funcionários da Funasa, em que felizmente os passageiros sobreviveram, compõe o quadro dos acidentes com os taxís-aéreos brasileiros em que vira e mexe acontece alguma coisa séria ou algum susto.

A seguir apenas uma das Estatísticas da CENIPA:

Estatística 10 anos CENIPA

Podemos tentar ver nesse gráfico como que a coisa vem aumentando desde 2007 até este ano, e que antes ainda tinha uma certa estabilidade, porém vem oscilando por cima estes números e no mínimo tem que haver um acompanhamento e ações para a mudança destes números.

E que assim como percebemos claramente esta precária estrutura, possamos em um futuro breve perceber uma estrutura segura, confiável e que seja colaborativa com os demais setores sociais e econômicos.

Ouvindo: Sepultura- Spit

10.22.09

Estrategicamente Feio

Enviado em Administração, Comercial, Imagem, Promoção tagged , , , às 14:59 por rafael d.

Depois de ver inúmeros comerciais, estudar administração, no auge dos meus estudos de marketing e trabalhando com agências e veículos de comunicação, venho notando a importante estratégia que vem sendo adotada por algumas empresas e agências, ao contrário de algumas que ainda vivem no mundo disney e holywood. É a tendência de se aceitar o real, de trabalhar os clientes como pessoas normais, inconformadas com aparência, infelizes nos relacionamentos, entre outras coisas que todos temos.

Se por um lado é positivo pensarmos que finalmente as empresas estão (em teoria) procurando conhecer melhor seus clientes, tratando as pessoas como realmente são com seus defeitos e virtudes. Noto, entretanto, que os “ticks” publicitários ainda continuam em alta. Depois de ver um comercial da Sadia em que todos estão (teoricamente) felizes, naquele clima de bairro legal, onde há a impressão de que vai ter um arraial do bairro em questão de minutos, eis que surge os personagens: o tio barrigudo, o menino mané, a mocinha gatinha, os velhos fofoqueiros. Não sei quanto à vocês, mas a impressão que tenho destes comerciais é de que tudo é estrategicamente calculado, e realmente é! O tamanho da barriga do tio, a ‘manézice’ do menino, enfim…e fiquei nessa vez com a estranha noção de que ainda não estão tão próximo da realidade assim.

E lembrando que nem em bairro fui criado e notei que não é tão semelhante assim, imagina quem mora e vive diariamente.

O que sempre, e ainda, é vendido para todos é a utopia, o ideal, o perfeito. Um passo já foi dado percebendo que nem todos querem ser utopias. De resto, só falta todo ele.

Abraços

Hot Pocket SADIA- Vai um pedaço?

Ouvindo: Zigmat- Light of the Moon

09.30.09

“É questão de tempo!”

Enviado em Comportamento, Dias, Futuro, Vida tagged , , , às 16:15 por rafael d.

Conforme vai passando o tempo as pessoas automaticamente vão adquirindo valores/características profissionais e pessoais e vão aperfeiçoando-se em determinados trabalhos e especialidades.

Porém tudo, com o tempo, parte para um mesmo fim: ou Evoluem ou Regridem. Faça a sua escolha. Sempre o melhor começo é fazer o que você gosta, fazer com o amor, (sim é piegas, mas é a pura verdade) e caia de cabeça. Tente fazer sempre um bom trabalho, entender o que querem de você e seja lembrado por fazer trabalhos bons, faça trabalhos café com leite e seja lembrado como um profissional/pessoa café com leite.

Racionalizar decisões, tempo e dinheiro é a melhor coisa a se fazer, não esquecendo entretanto que você precisa de flexibilidade, precisa de folgas entre os compromissos (sempre aparecem imprevistos e urgências).

Faça hoje o que irá ou pretende colher amanhã.

Pensamento à longo prazo , no Brasil, ainda é muito pouco utilizado, porém recentemente tal ação vem recebendo a atenção que realmente merece.

Lógico que tudo tem seu momento. Tem horas que pensar no futuro é última coisa a se fazer.

A dica é: Racionalize seus momentos e viva intensamente cada um deles (com a folga que merece). Tudo muito engessado também não dá, nunca esqueça a flexibilidade.

Abaixo uma boa entrevista:

http://www.administradores.com.br/noticias/o_que_voce_prefere_ter_mais_tempo_ou_mais_dinheiro_que_tal_ter_os_dois/26367/

Ouvindo: Pearl Jam- The Fixer

09.06.09

E por que não….Madrugar?

Enviado em Uncategorized às 21:48 por rafael d.

Aproveitando a ótima oportunidade do meu relógio biológico sem parâmetros e aproveitando as mudanças de ficar sem carro e sem muitos amigos, resolvi (sem muitos esforços) varar a madrugada. Só que já não sobram muitas opções do que se fazer, seguem umas tentativas…

Internet:

01- Pouca gente (quase ninguém) conectado

02- Fuçando orkuts

03- Descobrindo alguns sites novos

04-Colocar umas músicas pra baixar

Enfim, nada demais, vamos para a outra alternativa:

Televisão:

Opção 01: Otávio Mesquita

Opções 02, 03 e 04: Programas Evangélicos (Malafaia, Renê, etc)

Opção 05: Mtv (LAB Cult Trash)

Opção 06: Não sei o nome do programa mas é uma loira totalmente estressada falando pra ti ligar pra lá (tipo fantasia) adivinhar o nome do fulano, o jogo dos sete erros, etc. E  o pior que ela ainda é bonita.

Opção 07: GNT com seus filmes do tempo da vovó

Opção 08: Algum seriado obcuro da globo.

Resumo da Ópera: Preferi desligar tudo e ir durmir mesmo!

Ouvindo: Faith no more- Poker Face (Lady Gaga)

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